Ode banco de favores ou a minha teoria.

Posso te chamar de minha mas sem não antes atentar-me ao desejo de saciar meu ego de tê-la. Consciente ou não disto meu coração envia estímulos de tal forma ao cérebro que: penso somente em tê-la. Esse é o plano e qualquer que seja sua vontade não importa. O banco de favores se estabelece (o corpo pede e você faz).

Estar com você é um favor que me fazes. À favor de saciar meu ego sedento de imaginar daqui há vinte anos que tive e que saciei a sede, a maior das sedes que é o de pertencer alguém.

O favor não deve ser pronunciado a ninguém. Guarde-o e deixe que prestem a atenção no que não esboça, profere ou fala, se preferir. Apenas melindre no bom sentido de talvez ser um melífluo (o ato de falar saboreando as palavras singela e devagar). E deixe vir. Aqui no Ode deste não tem o “não vir”. O banco de favores é receber e dever ao universo algo de bom. Esse bom cabe a cada você saber o quê dar; me contento em emanar a gratidão.

Tê-la e foi apenas um momento fugaz entre um rpm forte demais para perceber se foi real. Ainda sim, sim ficarei devendo-lhe universo o favor de me deleitar com a incerteza desse Ode, e padecer meu coração por não saber se tive, mas aguça meu ego compreender que poderia, que foi e será.

  1. Ode é uma composição poética do gênero lírico que se divide em estrofes simétricas. O termo tem origem no grego “odés” que significa “canto”. Na Grécia Antiga, “ode” era um poema sobre algo sublime composto para ser cantado individualmente ou em coro, e com acompanhamento musical. (via oracle)
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