Sobre o último dia 17.

E aí? Teve comemoração?

“Na verdade eu não gosto muito de comemoração; já faz um tempo em que meus aniversários são feitos em casa com um toque bem familiar e com as pessoas que me conhecem bem. Detesto festa pois sinto que todos ficam dispersos, isso muito me incomoda. Pra mim, menos é sempre mais”

Foi um dia tranquilo, mas acordei com um certo peso da idade, como se de agora em diante eu tivesse que adotar uma postura única, como se metade da minha essência tivesse que ir embora com o alvorecer do novo dígito. Mas já dois dias se passaram e aquela cobrança foi esquecida, assim como a maioria das coisas que proponho a mim mesma – as sem sentido racional ‘um plano, um estratagema’ – e que se perdem (tempos depois me culpo por não ter dado atenção!).

Recebi foi é muito carinho – se é algo que me deixa feliz é isso; prefiro lembrar das pessoas pelo tanto que plantaram em mim. E fiz questão de responder um a um, com o cuidado para que se sentissem acarinhados – pelo menos essa foi a intenção. “Oi, você é especial”.

Então encerro deixando aqui escrito algo irracional, que veio agora nesse ato de despojar em letras o que sinto: não há planos, nem expectativas; não há regra e nem wishlist. O que há é uma meta bem simples, daquelas do tipo “se os dias que vierem passarem em paz, já está valendo”.

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Segue uma imagem de Prosa de Cora que tenho tanto apreço.

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