Eu preciso ver esse balanço maldito;

Hazel Grace? Está tudo bem?

(O dia estava cinzento, frio e eu estava sentada na grama molhada do meu jardim. Sentada de frente para o balanço que o meu pai havia construído para mim quando ainda era pequena)

Fique um tempo balançando a cabeça.

“Não, não está…”


1010

Aqui está o balanço que o meu pai construiu pra mim. – eu disse a ele enquanto me sentava. “Hazel, eu quero que você saiba que todas as suas tentativas de me afastar de você não diminuirão o afeto que sinto por ti”. E todos nós, Hazel, somos uma bomba relógio.

Essa é uma cena do filme que me faz encolher em qualquer lugar que eu estiver e chorar. Pelo menos umas duas vezes ao ano tenho que deparar-me com o balanço maldito que o pai da Hazel construiu pra ela. E logo com o tanto de vazio que cabe em encolher-me e chorar.

Não precisei assistir ao filme nos últimos tempos, mas hoje o dia está absurdamente frio para quem acostumou-se com o calor (de todas as formas). Dou graças que é essa a personagem que me lembra, que me dá aquele start para escrever sobre dor, ela existe ali no filme e acaba com os créditos finais pra vir morar aqui no meio da minha confusão interna.

tumblr_n70ch0twzw1rng5r5o1_500

“Você e essa mania de não querer ser esquecido”;

Anúncios